Normalizamos o oportunismo, a picaretagem, o estelionato, o engano, a mentira, o salve-se quem puder, o lulopetismo, o bolsonarismo. Eis aqui nossa colheita.
Estive com o Sérgio Moro algumas vezes na época que era o cidadão mais poderoso do Brasil. Havia uma mistura de tranquilidade e o mérito do peso da justiça na sua postura, a certeza de que os anos seguintes seriam transformadores. Hoje seu olhar distante e desesperançoso ilumina toda a falta de perspectiva e sentimento de fracasso que existe dentro de cada brasileiro minimamente informado sobre o Brasil.
Na minha visão Sérgio Moro foi traído e cegado pela sua ânsia de poder, pelo orgulho e pela vaidade. Foi impulsivo ao abandonar uma carreira brilhante, para se unir a um presidente medíocre, um "mito" totalmente forjado por alguns poderosos manipuladores, cujos nomes todos conhecemos. Talvez tenha sido sonhador e esperançoso. Talvez tenha acreditado na possibilidade de mudar, de corrigir os erros, de acabar com a corrupção. Esse olhar distante talvez esteja direcionado ao seu próprio passado, revendo suas escolhas equivocadas. Acredito, sim, que se ele for cauteloso e perspicaz poderá, num futuro próximo, se desvincular desse partido que não lhe permitirá alçar voos mais altos e, oxalá, poderá nos surpreender positivamente.
Não conheço as motivações de Sérgio Moro, mas lembro de ter lido que o bananal ganharia muito mais se ele tivesse continuado como juiz e concordo com isso.
Ver o Moro com a cara de decepção consigo mesmo e Deltan fazendo malabarismo para passar pano para Flávio Bolsonaro é o quadro da nossa degradação social.
A democracia e a soberania, "neftepaif"...pertencem apenas a uns poucos...o resto dos seres humanos brasileiros é uma massa tocada igual gado, desde sempre...
Mario de Andrade ao criar Macunaíma, descreveu o povo brasileiro: malandro, mentiroso, mulherengo, irresponsável, age por instinto, desejos e prazer. "Ai que preguiça". Então deixa como esta. Deixa os políticos roubarem, mentirem, quero mais é me divertir, interessa ao povão saber quando será o próximo feriadão.
Sergio moro largou a magistratura e se aliou ao Bolsonaro. Saiu acusando o presidente de obstrução do seu trabalho.
Filia-se ao união Brasil, partido do centrão envolvido em escândalos. Teve que sair para se candidatar a governador do Paraná pois estavam obstruindo sua candidatura.
Vai para o Pl, partido do Valdemar, enrolado com escândalos e a família Bolsonaro.
Assino o NEIM, sabendo que pelo menos uma vez por semana vou ler um texto que será uma porrada de realidade sobre país, vou gostar do texto, aprender com o texto e me sentir cada vez menos esperançoso com este lugar. A fora isso, ainda sinto uma falta absurda das colunas do Diogo Mainardi.
Tenho que começar a falar sobre o NEIM na minha terapia.
Normalizamos o oportunismo, a picaretagem, o estelionato, o engano, a mentira, o salve-se quem puder, o lulopetismo, o bolsonarismo. Eis aqui nossa colheita.
Como já foi dito e confirmado:
O pior político brasileiro é o eleitor 🤷
Estive com o Sérgio Moro algumas vezes na época que era o cidadão mais poderoso do Brasil. Havia uma mistura de tranquilidade e o mérito do peso da justiça na sua postura, a certeza de que os anos seguintes seriam transformadores. Hoje seu olhar distante e desesperançoso ilumina toda a falta de perspectiva e sentimento de fracasso que existe dentro de cada brasileiro minimamente informado sobre o Brasil.
Na minha visão Sérgio Moro foi traído e cegado pela sua ânsia de poder, pelo orgulho e pela vaidade. Foi impulsivo ao abandonar uma carreira brilhante, para se unir a um presidente medíocre, um "mito" totalmente forjado por alguns poderosos manipuladores, cujos nomes todos conhecemos. Talvez tenha sido sonhador e esperançoso. Talvez tenha acreditado na possibilidade de mudar, de corrigir os erros, de acabar com a corrupção. Esse olhar distante talvez esteja direcionado ao seu próprio passado, revendo suas escolhas equivocadas. Acredito, sim, que se ele for cauteloso e perspicaz poderá, num futuro próximo, se desvincular desse partido que não lhe permitirá alçar voos mais altos e, oxalá, poderá nos surpreender positivamente.
Não conheço as motivações de Sérgio Moro, mas lembro de ter lido que o bananal ganharia muito mais se ele tivesse continuado como juiz e concordo com isso.
Ver o Moro com a cara de decepção consigo mesmo e Deltan fazendo malabarismo para passar pano para Flávio Bolsonaro é o quadro da nossa degradação social.
São pessoas que não deveriam estar na política, mas sim ter continuado como juíz e procurador.
o poder emana do povo ...nada é tão verdadeiro em se tratando do Brasil atual .
A democracia e a soberania, "neftepaif"...pertencem apenas a uns poucos...o resto dos seres humanos brasileiros é uma massa tocada igual gado, desde sempre...
Mario de Andrade ao criar Macunaíma, descreveu o povo brasileiro: malandro, mentiroso, mulherengo, irresponsável, age por instinto, desejos e prazer. "Ai que preguiça". Então deixa como esta. Deixa os políticos roubarem, mentirem, quero mais é me divertir, interessa ao povão saber quando será o próximo feriadão.
Platão tinha sérias reservas sobre a democracia. A situação aqui no bananal dá razão a ele.
Sergio moro largou a magistratura e se aliou ao Bolsonaro. Saiu acusando o presidente de obstrução do seu trabalho.
Filia-se ao união Brasil, partido do centrão envolvido em escândalos. Teve que sair para se candidatar a governador do Paraná pois estavam obstruindo sua candidatura.
Vai para o Pl, partido do Valdemar, enrolado com escândalos e a família Bolsonaro.
Não aprendeu nada com tudo isso?
Eu sou masoquista.
Assino o NEIM, sabendo que pelo menos uma vez por semana vou ler um texto que será uma porrada de realidade sobre país, vou gostar do texto, aprender com o texto e me sentir cada vez menos esperançoso com este lugar. A fora isso, ainda sinto uma falta absurda das colunas do Diogo Mainardi.
Tenho que começar a falar sobre o NEIM na minha terapia.
Você não está sozinho em sentir falta do Mainardi.