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A The Economist teme o declínio cognitivo de Lula, como se a falta de juízo fosse um problema da idade e não um plano de governo

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João Falstaff
jan 03, 2026
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A The Economist, editada diretamente de uma cabine telefônica em Londres por descendentes diretos de Robin Hood (que, como se sabe, foi o primeiro a praticar a justiça social), resolveu agora se preocupar com a idade do Lula. Como se o Lula, aos 80, pudesse ser pior do que o Lula aos 60.

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O problema é o declínio cognitivo, diz o editorial da revista – que já afirmou que o Brasil deu lição de maturidade democrática para os EUA. Mas até as pedras do ABC sabem que Lula nunca sofreu por declínio cognitivo. Ele declinou, voluntária e educadamente, de usar a cognição desde que deu o primeiro grito de “companheiro”. A cognição, para o Inácio, é tão útil quanto um livro, ou uma lei, ou a norma culta da língua portuguesa, ou a precisão com os números, ou mesmo o apreço à honestidade...

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João Falstaff é um falstaffianista, autoproclamado incorrespondente do NEIM em Brasília, a cidade que também “de dois efes se compõe”, como a Bahia no poema de Gregório de Matos.
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