#ANoiteDosMísseis
Irã atinge Cidade Santa e sul de Israel, numa região próxima a centro nuclear
Ontem, mísseis iranianos furaram o bloqueio do Domo de Ferro e atingiram o sul de Israel, deixando dezenas de feridos e destruindo áreas residenciais em Arad e Dimona. Em Arad, o impacto direto em um prédio transformou o local em um cenário de caos, com mais de 80 vítimas e hospitais operando em regime de emergência. Já em Dimona, não há registro de pessoas feridas, mas local é um centro nuclear e o fato de ser atingida causa preocupação pela possibilidade de dano estrutural ou risco radiológico.
O ataque iraniano aparece como resposta a uma sequência de ações israelenses que vêm decapitando a cúpula de segurança do regime. Nos últimos dias, Israel afirmou ter eliminado figuras-chave, incluindo o chefe de inteligência da milícia Basij, braço paramilitar central na repressão interna iraniana e na projeção regional do regime.
Mas Israel também têm sido atingido por mísseis iranianos como na cidade de Rehovot, danificando casas e ampliando o impacto civil do conflito, e anteontem um fragmento de míssel caiu na Cidade Velha de Jerusalém, perto da Mesquita de Al-Aqsa, do Muro das Lamentações e da Igreja do Santo Sepulcro.





Antes do ataque em Arad e Dimona já havia 3000 pessoas retiradas de suas casas alocadas em hotéis. Depois do 7/10 muita gente viveu em um quarto de hotel por 2 anos até que o Hamas fosse suficientemente neutralizado para poderem reconstruir os kibbutzim. Hotéis de nível médio para cima foram utilizados. Mesmo onde não era permitido animais, naquele período, permitiu-se, principalmente para amenizar um pouco o trauma. Montaram cardápios especiais para crianças, idosos, necessidades especiais de todos os tipos; instalaram 20-30 lavadoras e secadoras nas garagens para cada família lavar sua roupa; montaram programação para as crianças até que todos pudessem voltar à escola. O sistema de saúde montou grandes vans com todo tipo de equipamento, consultórios, e levava médicos e enfermeiros em rodízio a todos os hotéis para atender as pessoas que estavam longe de suas casas. Estão a postos para recomeçar tudo isso, e a guerra em Gaza ainda não acabou, nem no Norte (Hizbollah). Aqui não temos guerra - imagine o que daria para fazer pelo brasileiro com o dinheiro roubado.
Agora Eliane Cantanhede deve estar com um sorrisinho no rosto...