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Nos palpites sobre o conclave, a opinião pública projeta suas próprias leituras e expectativas sobre como a Igreja deve ser

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Gabriel Ferreira ᵠ
mai 08, 2025
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Até mesmo se você ficou escondido em uma caverna nas últimas semanas, provavelmente alguém se esforçou por passar por lá e não lhe poupar de alguma opinião sobre a figura do papa Francisco, de seu “legado”, suas “mudanças”, mas também sobre o papado em geral, sobre o que a Igreja deveria ou não fazer, quem deve ou não ser o próximo papa etc. etc. etc.

Extra omnes ("Todos para fora"), diz Dom Diego Ravelli, Mestre de Celebrações Litúrgicas Pontifícias, fechando a porta da Capela Sistina para o início do Conclave

Isso demonstra muitas coisas. Para além do nosso inato gosto por fofocas e palpites – as Bets que o digam –, denota a pervasividade da Igreja Católica no imaginário e na visão geral de mundo de grande parte das pessoas (no Ocidente?).

Mesmo quem bate no peito para se declarar “não-católico” tem algo a dizer sobre a Igreja e isso, em parte, não é um problema. Afinal, o catolicismo molda grande parte do cenário em que vivemos; de leis a feriados, de topônimos a valores, seja pela perspectiva de Karl Löwith ou de Hans Blumenberg, o cristianismo – e especialmente o catolicismo – desempenha papel central no pano de fundo sobre o qual os grandes arcos da nossa vida se desenrolam.

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