#ASíriaDaVez
Entre bombas, petróleo e asilo político: o novo mapa de poder no Oriente Médio
O ataque dos Estados Unidos na Síria foi apresentado por Washington como uma operação de retaliação contra remanescentes do Estado Islâmico, após a morte de soldados americanos e de um intérprete local. Segundo o Pentágono, os bombardeios miraram infraestruturas logísticas e centros de comando jihadistas, num esforço para reafirmar a presença militar americana no país e sinalizar que, apesar da reorganização política síria, os EUA não abriram mão do controle estratégico do território. A operação também funcionou como recado geopolítico: a Síria continua sendo um espaço de disputa entre potências globais.
Trump prometeu menos guerras e bombardeios, mas não dá para fazer a America Great Again sem os EUA como policiais do mundo.




