#AtentadoEmBerlin
A imprensa precisa parar de passar pano para muçulmano radical
Um muçulmano jogou um carro contra manifestantes na parada gay em Berlin. Mas para o jornalismo profissionalíssimo do NY Times, foi “um carro que avançou”.
Qual o problema de dar a notícia integralmente?
As autoridades alemãs divulgaram o nome e a foto do terrorista.
O NEIM precisa do seu apoio para continuar
revelando o que as notícias escondem.
ASSINE e compartilhe.
Abdul Ballout, de 21 anos. Tem cidadania alemã, mas é de família libanesa. Segundo o porta-voz da polícia de Berlin, ele era conhecido pelas autoridades por frequentar círculos de islamismo radical, apoiadores do Estado Islâmico.
O terrorista foi morto pela polícia.
Existe a teoria de que os islâmicos estão invadindo a Europa. Não é verdade. A média, segundo a Pew research é de 6%. Os cristãos ainda são maioria, 74%, embora venha perdendo fieis nos últimos anos – de 8 a 10%, a depender do país.
Na Alemanha, os cristãos ainda são maioria, 59.48%, seguido dos agnósticos 31.15%. E os muçulmanos representam apenas 6.42% da população.
Mas isso não diminui o tamanho problema. O islã radical é minoria no mundo inteiro, mas responsável pela maioria do terrorismo que ocorre no mundo.
Ninguém vê cristãos ou judeus jogando carros em gays. Ninguém os vê jogando aviões em prédios ou explodindo hotéis na Indonésia. Muito menos esfaqueando escritores como Salman Hushdie e cineastas como Theo van Gogh, ou fuzilando cartunistas como ocorreu no caso Charlie Hebdo em Paris.
O terrorismo é um problema dos radicais islâmicos. E a imprensa precisa parar de passar pano para isso.
Obviamente que nem todo muçulmano é terrorista. Mas a maioria dos terroristas são muçulmanos radicais.







A falta de resposta a pergunta "Qual o problema de dar a notícia integralmente? " é o silêncio ensurdecedor mencionado por Nelson Rodrigues. Já passou da hora de agir com firmeza contra esses radicais.
Parodiando Karl Popper, o Ocidente é para os tolerantes. Quem é intolerante demonstra um comportamento incompatível com os valores democráticos do Ocidente.
Excelente comentário, Neim!