#BárbarosDeAlá
Relatório da The Civil Commission documenta os casos de violência sexual cometidos pelo Hamas no ataque terrorista de 7 de outubro
Um relatório divulgado pela organização israelense independente The Civil Commission reúne alegações de violência sexual cometida por integrantes do Hamas durante os ataques de 7 de outubro de 2023 e ao longo do cativeiro de reféns em Gaza. Em mais de 280 páginas, o documento compila centenas de depoimentos de sobreviventes, socorristas, militares, ex-reféns e especialistas, além de milhares de fotos e vídeos registrados nos dias da ofensiva.
Obviamente que a claque antissemita vai reclamar da fonte, dizendo que se trata de uma organização israelense, porque para eles só valem os pronunciamentos do Ministério da Saúde do Hamas.
Mas o documento da The Civil Commission é robusto em provas e depoimentos, demonstrando que os abusos incluíram estupros, mutilações, nudez forçada, tortura e humilhação pública, atingindo mulheres e também homens. O relatório afirma que os episódios seguiram padrões recorrentes em diferentes cenários — do festival Nova aos kibutzim próximos à fronteira e às bases militares israelenses —, sugerindo o emprego sistemático da violência sexual como instrumento de terror.
A investigação descreve, porém, os limites impostos pela própria barbaridade do terrorismo. Muitas vítimas morreram antes de poder relatar o que sofreram; diversos corpos foram encontrados queimados ou mutilados; e a extensão das áreas atingidas dificultou o trabalho forense. Além disso, muitos sobreviventes seguem enfrentando traumas profundos, o que reduziu a quantidade de testemunhos diretos disponíveis.
O relatório também reúne relatos de reféns libertados que afirmam ter sofrido agressões sexuais e ameaças durante o período de cativeiro em Gaza. Algumas ex-reféns passaram a falar publicamente, após a libertação, sobre episódios de assédio, violência física e estupro.
Obviamente que a claque antissemita vai passar um pano pro Hamas, afinal, dizem eles, não é terrorismo nem crime contra a humanidade, mas apenas resistência política.
No entanto, as conclusões do relatório da The Civil Commission apenas reforçam as avaliações anteriores de inúmeros organismos internacionais. Em 2024, Pramila Patten, a enviada especial das Nações Unidas declarou haver “motivos razoáveis” para acreditar que atos de violência sexual ocorreram durante os ataques de 7 de outubro. Agora ela tem todas as provas.






Se alguém tem dúvida de como é possível que nos "jornais" só seja possível ler sobre as atrocidades "cometidas" por Israel, como se o IDF tivesse estuprado, mutilado, etc. (a acusação inteiramente falsa de fato chegou às manchetes em dezembro/2023), leia como esse projeto demoníaco é operado e financiado: https://bariweiss.substack.com/p/digital-intifada-social-media-hamas-terror?r=8mbmz&utm_campaign=post&utm_medium=email
As feministes aqui no bananal não se manifestaram contra essa violência?