É só ver por alguns comentários aqui que não entenderam o texto do Oscar, e vão ainda por cima passar pano, e mais ainda, sacar o velho argumento de "e o Lula, hein? E o Lula? Não fala do Lula? Arf arf arf", babando.
Zombar de um preso que escreve à esposa declarando amor... Se alguém pegar teus bilhetes e mensagens e resolver escrever algo em um veículo como o NEIM...e aí?
Bolsonaro não teve sua carta de amor a Michelle roubada, nem "pega". Ela não escondeu a carta e alguém foi lá roubá-la, e sim, foi a própria Michelle quem escolheu vir a público e divulgá-la. Se ela não tem vergonha de mostrar a tosquice do marido, achando que isso é uma virtude, por que se doer então???
Eduardo, vc está inflamado, meo. Tá puto com um texto de um humorista? Sério mesmo? Ditando regras sobre o que precisa ser escrito. Quer algo mais sério? Vai na minha coluna do IG de hoje. Vamos ver se vc gosta desse:
Não estou nem inflamado, nem puto, nem ditando regras...e não tenho tempo (sou um trabalhando) para ir na tua coluna do IG.
Apenas estou manifestando minha opinião.
Considere crítica construtiva...e por favor não se ofenda. Este não foi meu objetivo.
O que me incomoda (não é estar puto, nem inflamado nem ditando regras) é quando alguém desconsidera uma manifestação de amor de um casal com 18 anos de união. Não sei se você é casado, e nem quero saber, mas se você for, deve (ou deveria) entender o que significa, depois de tantos anos, ainda amar a esposa a ponto de escrever e permitir que isso seja revelado pela companheira às pessoas. É uma mensagem de amor. Mas se achas certo fazer humor e piada com isso, aí é contigo...
O pior é que haverá milhões de brasileiros que vão elogiar Bolsonaro pela sua sensibilidade em escrever uma carta de amor. Mesmo estruturada em tópicos. Mesmo tôsca. Portanto, a estratégia de Michelle vai dar certo.
Não vou entrar em Bolsonaro ou torcida organizada, mas tirar sarro de carta de amor de um casal com 18 anos de casamento é de uma pobreza danada.
Carta bonita não é a que performa literatura, é a que chega do outro lado. Tem gente que escreve flor, tem gente que escreve em bullet point.
Amor às vezes é desajeitado, seco, brega, burocrático… e ainda assim é amor.
A gente anda tão carente de afeto real que quando aparece, a prioridade vira dar nota estética e fazer piadinha. Sinceramente, que preguiça dessa ridicularização.
Concordo com você em parte. Talvez a pobreza que você enxergue no meu texto, que é assumidamente de humor, seja a mesma que eu enxerguei numa carta de amor tão desengonçada.
Acho que houve um ruído aí. Eu não esperava uma carta “bonita” ou literária. Esperava algo que demonstrasse amor. Já li bilhetes de crianças de oito anos com mais afeto do que isso.
O meu ponto não é estético. É emocional. Não há transbordamento ali. Não há entrega. E, pra mim, isso diz muito. Inclusive sobre como essa pessoa se relaciona com o mundo. Talvez por isso tenha governado como governou, sem empatia, sem escuta, sem capacidade de se colocar no lugar do outro.
O amor ali não é desajeitado. É autocentrado. E isso é muito diferente do ridículo amoroso a que Álvaro de Campos se refere, que nasce justamente da perda de controle e da vulnerabilidade. Por isso, a ideia de amor brega, mas verdadeiro, não me parece se aplicar aqui.
Também não dei nota estética. O que questionei foi o gesto de divulgar uma carta dessas. Além de revelar pouca desenvoltura com a linguagem, há uma urgência curiosa em transformar isso em postagem pública.
Talvez, quem sabe, a intenção fosse essa mesma, construir a narrativa do tosco, porém autêntico. E é justamente essa estratégia que me parece mais reveladora e mais criticável do que a carta em si.
Henrique, vale reler o texto com mais atenção. A crítica não está na superfície. Obrigado pelo comentário.
Oscar, li com atenção e entendi o que você quis dizer. Só acho ruim a premissa de que, quando há discordância, é porque eu ‘preciso reler’. Discordância não é falta de compreensão.
Entendi seu ponto, a sua crítica é mais emocional do que estética, e você tem todo o direito de ler o bilhete assim. Eu só discordo do salto interpretativo de transformar isso em diagnóstico de caráter e até de governo, pra mim, aí vira psicologização e politização de um sentimento que é inevitavelmente imperfeito e privado.
Também acho discutível a divulgação pública, mas isso diz mais sobre estratégia de imagem de quem postou do que sobre ‘como deve ser’ uma carta de amor. No fim, cada casal tem seu jeito, tem afeto expansivo, tem afeto contido, tem gente que não sabe escrever e ainda assim sente.
Agradeço a resposta, mas meu ponto era só registrar que reduzir isso a chacota ou a ‘régua moral’ me parece exagero. Abraço.
Entendi. Mas às vezes é falta de compreensão mesmo. Digo pela maneira como comentou. Assim como eu possa ter me equivocado na escrita, vc também pode. Normal.
Eu sei exatamente qual é a estratégia dele e da família. E aí, fica fácil analisar isso até numa carta tosca que emula amor e afeto.
Mas aí é a experiência cada um. O mais importante, é manter o respeito entre nós porque, sinceramente, ele está cagando pro que você e eu pensamos.
Oscar Filho, que decepcionante a sua maneira de ridicularizar Bolsonaro, querendo ensiná-lo a escrever uma carta de amor, pensei que nessa situação de merda que vivemos hoje, governados por ladrões e vigaristas e pseudo juízes, quase todos em sua maioria corruptos,a economia do país indo para o buraco, haveria assuntos mais urgentes e necessários e de maior utilidade para a nação, para você escrever, meus mais sinceros sentimentos a sua falta de perspicácia.
Você reconheceu a frieza dele....interessante... Tua escolha de texto, e a forma como tratou a coisa, aí sim me parece bem frio...
Projeção é outra coisa...fale com alguém que entende de psicologia... Você usou a palavra projeção...creio que sabe (ou deveria saber) do que se trata.
Na volta às aulas, no ensino fundamental, pediam um escrito sobre o que tínhamos feito nas férias. Cada aluno tentava uma prosa que enchesse um ou dois parágrafos. Na turma tinha um coitado, que parecia ter algum retardo mental. A composição dele era tipo:
É a cara do Bolsonaro a carta….tosco, resumido e excessivamente transparente !
Eu trocaria "transparente" por limitado.
O amor é isso: “dá o que não se tem a quem não pediu”. (Carlos Drummond de Andrade)
Exato! Não conhecia essa!
Texto excelente! O que esperar desse casal...?
Valeu!
é p rapaz do telégrafo não errar e diminuir as palavras pra reduzir o custo
hahahahahhahh
🤣🤣🤣
É só ver por alguns comentários aqui que não entenderam o texto do Oscar, e vão ainda por cima passar pano, e mais ainda, sacar o velho argumento de "e o Lula, hein? E o Lula? Não fala do Lula? Arf arf arf", babando.
É, Fábio... Complicado, meo
Zombar de um preso que escreve à esposa declarando amor... Se alguém pegar teus bilhetes e mensagens e resolver escrever algo em um veículo como o NEIM...e aí?
A direita zombou do Lula até não poder mais, agora não pode?
Alguém disse que não pode?
Quando Lula estava preso, imagino que devia falar o mesmo dele, já que ele estava preso, e zombavam dele também.
O motivo da prisão do Lula...precisa dizer algo mais?
Tadinho, né?
Bolsonaro não teve sua carta de amor a Michelle roubada, nem "pega". Ela não escondeu a carta e alguém foi lá roubá-la, e sim, foi a própria Michelle quem escolheu vir a público e divulgá-la. Se ela não tem vergonha de mostrar a tosquice do marido, achando que isso é uma virtude, por que se doer então???
Não gostei do texto e do enfoque. Mas se não tem nada mais interessante sobre o que escrever...
Eduardo, vc está inflamado, meo. Tá puto com um texto de um humorista? Sério mesmo? Ditando regras sobre o que precisa ser escrito. Quer algo mais sério? Vai na minha coluna do IG de hoje. Vamos ver se vc gosta desse:
https://ultimosegundo.ig.com.br/colunas/oscar-filho/2026-02-10/lula-e-um-artista--o-picasso-da-desvergonha.html
Não estou nem inflamado, nem puto, nem ditando regras...e não tenho tempo (sou um trabalhando) para ir na tua coluna do IG.
Apenas estou manifestando minha opinião.
Considere crítica construtiva...e por favor não se ofenda. Este não foi meu objetivo.
O que me incomoda (não é estar puto, nem inflamado nem ditando regras) é quando alguém desconsidera uma manifestação de amor de um casal com 18 anos de união. Não sei se você é casado, e nem quero saber, mas se você for, deve (ou deveria) entender o que significa, depois de tantos anos, ainda amar a esposa a ponto de escrever e permitir que isso seja revelado pela companheira às pessoas. É uma mensagem de amor. Mas se achas certo fazer humor e piada com isso, aí é contigo...
😀👍
O pior é que haverá milhões de brasileiros que vão elogiar Bolsonaro pela sua sensibilidade em escrever uma carta de amor. Mesmo estruturada em tópicos. Mesmo tôsca. Portanto, a estratégia de Michelle vai dar certo.
É, mas tem gente que não é capaz de identificar e reconhecer isso
O pior é a exposição da intimidade e o risco (certeza) de ser ridicularizado.
Pois é... Até publicar a carta, tava tudo normal
Esse bilhete está mais para ofício do que qualquer coisa,patético.Como tudo que vem desse cara.
Também acho
Só faltou o: "É verdade esse bilhete. Assinado, caneta azul".
Total!
Não vou entrar em Bolsonaro ou torcida organizada, mas tirar sarro de carta de amor de um casal com 18 anos de casamento é de uma pobreza danada.
Carta bonita não é a que performa literatura, é a que chega do outro lado. Tem gente que escreve flor, tem gente que escreve em bullet point.
Amor às vezes é desajeitado, seco, brega, burocrático… e ainda assim é amor.
A gente anda tão carente de afeto real que quando aparece, a prioridade vira dar nota estética e fazer piadinha. Sinceramente, que preguiça dessa ridicularização.
Concordo com você em parte. Talvez a pobreza que você enxergue no meu texto, que é assumidamente de humor, seja a mesma que eu enxerguei numa carta de amor tão desengonçada.
Acho que houve um ruído aí. Eu não esperava uma carta “bonita” ou literária. Esperava algo que demonstrasse amor. Já li bilhetes de crianças de oito anos com mais afeto do que isso.
O meu ponto não é estético. É emocional. Não há transbordamento ali. Não há entrega. E, pra mim, isso diz muito. Inclusive sobre como essa pessoa se relaciona com o mundo. Talvez por isso tenha governado como governou, sem empatia, sem escuta, sem capacidade de se colocar no lugar do outro.
O amor ali não é desajeitado. É autocentrado. E isso é muito diferente do ridículo amoroso a que Álvaro de Campos se refere, que nasce justamente da perda de controle e da vulnerabilidade. Por isso, a ideia de amor brega, mas verdadeiro, não me parece se aplicar aqui.
Também não dei nota estética. O que questionei foi o gesto de divulgar uma carta dessas. Além de revelar pouca desenvoltura com a linguagem, há uma urgência curiosa em transformar isso em postagem pública.
Talvez, quem sabe, a intenção fosse essa mesma, construir a narrativa do tosco, porém autêntico. E é justamente essa estratégia que me parece mais reveladora e mais criticável do que a carta em si.
Henrique, vale reler o texto com mais atenção. A crítica não está na superfície. Obrigado pelo comentário.
Oscar, li com atenção e entendi o que você quis dizer. Só acho ruim a premissa de que, quando há discordância, é porque eu ‘preciso reler’. Discordância não é falta de compreensão.
Entendi seu ponto, a sua crítica é mais emocional do que estética, e você tem todo o direito de ler o bilhete assim. Eu só discordo do salto interpretativo de transformar isso em diagnóstico de caráter e até de governo, pra mim, aí vira psicologização e politização de um sentimento que é inevitavelmente imperfeito e privado.
Também acho discutível a divulgação pública, mas isso diz mais sobre estratégia de imagem de quem postou do que sobre ‘como deve ser’ uma carta de amor. No fim, cada casal tem seu jeito, tem afeto expansivo, tem afeto contido, tem gente que não sabe escrever e ainda assim sente.
Agradeço a resposta, mas meu ponto era só registrar que reduzir isso a chacota ou a ‘régua moral’ me parece exagero. Abraço.
Entendi. Mas às vezes é falta de compreensão mesmo. Digo pela maneira como comentou. Assim como eu possa ter me equivocado na escrita, vc também pode. Normal.
Eu sei exatamente qual é a estratégia dele e da família. E aí, fica fácil analisar isso até numa carta tosca que emula amor e afeto.
Mas aí é a experiência cada um. O mais importante, é manter o respeito entre nós porque, sinceramente, ele está cagando pro que você e eu pensamos.
Valeu!
Oscar Filho, que decepcionante a sua maneira de ridicularizar Bolsonaro, querendo ensiná-lo a escrever uma carta de amor, pensei que nessa situação de merda que vivemos hoje, governados por ladrões e vigaristas e pseudo juízes, quase todos em sua maioria corruptos,a economia do país indo para o buraco, haveria assuntos mais urgentes e necessários e de maior utilidade para a nação, para você escrever, meus mais sinceros sentimentos a sua falta de perspicácia.
Curioso como, sempre que alguém é criticado, surge a ideia de que existem “assuntos mais importantes” que deveriam ser tratados.
Se só pudéssemos falar do que cada leitor considera prioridade máxima, não haveria coluna, humor nem opinião. Haveria só um silêncio seletivo.
O texto está aí. Quem quiser discutir o argumento, ótimo. Quem quiser apenas xingar, segue o fluxo.
Você não tem a menor ideia do que significa prisão e estar preso. E parece que tua ideia de amor é um tanto sem alma...
Não saber o que é estar preso não me impede de reconhecer quando alguém escreve com frieza.
E questionar uma carta pública não diz nada sobre a minha ideia de amor. Diz sobre a escolha de expor isso como conteúdo.
Foi disso que tratei. O resto é projeção
Você reconheceu a frieza dele....interessante... Tua escolha de texto, e a forma como tratou a coisa, aí sim me parece bem frio...
Projeção é outra coisa...fale com alguém que entende de psicologia... Você usou a palavra projeção...creio que sabe (ou deveria saber) do que se trata.
Legal
Adorei o texto. Mas estou bem cheia desse casal e da família como um todo. #FORALULA #FORABOLSONARO
Na volta às aulas, no ensino fundamental, pediam um escrito sobre o que tínhamos feito nas férias. Cada aluno tentava uma prosa que enchesse um ou dois parágrafos. Na turma tinha um coitado, que parecia ter algum retardo mental. A composição dele era tipo:
Amarrei meus sapatos
Andei pelo parque
Vi passarinhos
Não foi o Bozo quem escreveu!! Não tem nenhum erro de português.