#BombaBombaBomba
Os mais velhos vão lembrar do bordão do Ibrahim Sued
Ibraim Sued pode ser considerado o pai do colunismo social. Tinha colunas em jornais, programas na rádio e acho que até chegou à TV.
Quando ele tinha um furo de reportagem sobre a alta sociedade brasileira abria com Bomba, bomba, bomba!
Era carioca e filho de libaneses, por isso lembrei dele no caso do Hezbolah e do Comando Vermelho.
Partes do Líbano são dominadas pelo Hezbolah, grupo terrorista armado, financiado e treinado pelo Irã.
Assim como partes do Rio de Janeiro são dominadas pelo CV, grupo terrorista conforme definição correta dos Estados Unidos.
O Irã bombardeia Israel com a desculpa de defender o Líbano.
Mentira, Israel ataca territórios dominados pelo Hezbolah no Líbano.
O Irã não está preocupado com o Líbano, se estivesse, não tinha armado o Hezbolah.
O Irã quer destruir Israel.
Voltando ao Rio de Janeiro, o CV domina territórios para operacionalizar suas ações e aumentar seus lucros.
Se o governo estivesse preocupado com soberania, tinha expulsado o CV dos territórios.
O CV age livre leve e solto. O Hezbolah também.
Por isso Bomba, bomba, bomba!
Ibrahim Sued recomendaria: Olho vivo, que cavalo não desce escada.
Ademã, que vou em frente.
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