Na contramão dos países democráticos que, para encerrar a guerra na Ucrânia, buscam formas de pressionar a Rússia com sanções e a máxima redução do comércio energético, Lula adotou uma abordagem diferente, negociando a ampliação das importações de petróleo e gás russos. Essa decisão contraria esforços internacionais de isolamento econômico de Putin e põe em xeque o tal “não alinhamento automático” em conflitos internacionais.
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