Nesta semana, dois discursos sacudiram o demi-monde da política: o primeiro foi a fala de Javier Milei, presidente da Argentina, no Fórum Econômico Mundial, em Davos; o segundo foi a alucinação dita por Lula na (re)inauguração da “refinaria da propina” (a.k.a. Abreu e Lima, em Pernambuco, que serviria como “ponte” para financiar este buraco negro chamado Venezuela).
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