No meio de uma temporada em que Hollywood costuma prometer o fim do mundo a cada quinze dias, Christopher Nolan parece ter escolhido uma ambição mais antiga: voltar para casa. Não é pouco. Em tempos de franquias que se estendem como corredores de shopping, a Odisseia reaparece como um mapa rasgado, desses que não indicam apenas ilhas, monstros e deuses irritadiços, mas também uma pergunta menos cinematográfica e mais humana: depois da guerra, depois da glória, depois do espetáculo, ainda sabemos reconhecer o caminho de volta?
© 2026 Não é Imprensa · Privacidade ∙ Termos ∙ Aviso de coleta
Substack é o lar da grande cultura




