Não É Imprensa

Não É Imprensa

#Cultura: O Pelé, o Brasileiro, a Netflix e a Copa

Parece difícil admitir que nasça entre nós, meros mortais, criaturas que estejam acima da cretinice ou da pasmaceira do mundo.

Avatar de Mariella Augusta
Mariella Augusta
jun 26, 2026
∙ Pago

Existe uma minissérie da Netflix muito representativa do que o brasileiro tem feito com a cultura. Entre pequenos acertos e muitos erros, graças a um ou outro talento individual, o conjunto até marca alguns golzinhos espíritas, mas não dá para ganhar uma Copa. O caso é a produção audiovisual sobre o tricampeonato em 70.

Com a boa atuação de Rodrigo Santoro e a do filho do genial Chico Anysio, Bruno Mazzeo, a minissérie, ao mesmo tempo que diverte e até emociona, consegue fazer um dos maiores desserviços que já vi por essas bandas. Muito mais que isso, consegue cometer uma das maiores injustiças do universo conhecido. Com a obsessão por historicizar tudo, sobretudo tendo a ditadura militar como referencial, pintaram um Pelé inseguro, desequilibrado, fraco, baixo-astral e, por que não dizer, frouxo. Tudo o que o Rei nunca foi. O próprio Tostão já desmentiu essa infâmia.

Esta publicação é para assinantes pagos.

Já é um assinante pago? Entrar
Avatar de Mariella Augusta
Uma publicação convidada por
Mariella Augusta
contista, ensaísta e pesquisadora. Autora do livro Suíte (Faria e Silva) , entre outros. Estudiosa de Machado, Pessoa e Shakespeare.
Inscreva-se em Mariella
© 2026 Não é Imprensa · Privacidade ∙ Termos ∙ Aviso de coleta
Comece seu SubstackObtenha o App
Substack é o lar da grande cultura