O fenômeno do político de estimação não tem fronteiras e vai além do que presenciamos em família e entre amigos. Fanatismo que supera a paixão de torcedor de time de futebol, ele se aplica a lulistas, bolsonaristas e trumpistas. A ponto de defender com unhas e dentes, uma vez premiado na cerimônia do Oscar. Essa obsessão exerce domínio sobre a pessoa, tornando-a presa fácil dos mecanismos de manipulação. A imprensa em geral atua nessa direção, ora como coadjuvante, ora como protagonista. As mídias sociais são um braço auxiliar do engano que nos assola.
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