“Não haverá estabilidade financeira, crescimento sustentável ou democracia econômica sem um Estado regulador forte, integrado e disposto a enfrentar interesses poderosos. Recolocar o sistema financeiro a serviço do desenvolvimento nacional é uma tarefa política inadiável”.
Assim José Dirceu concluiu o seu artigo para a Folha de São Paulo.
Para Dirceu o caso do Master é culpa exclusiva da Faria Lima – aquele ente que já deixou de ser nome de avenida e de Brigadeiro – e de Campos Neto.
Como fraude e corrupção sistêmica constam em seu currículo criminal, o que Dirceu escreve não é importante como informação, ou explicação, mas sim para perceber a quantas anda a elaboração da narrativa petista que é o que efetivamente conduz a vida política do país.





