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Exonerar quem calcula o PIB é a solução mais barata para o governo nunca mais errar na economia. O IBGE não está só aparelhado, está em processo de diluição

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jan 28, 2026
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“Eu tenho a impressão de que, às vezes, o Marcos [Lisboa] me olha e enxerga o Marcio Pochmann, não enxerga o Fernando Haddad. E é um problema...”

(Fernando Haddad, em 2019)

O tempo provou que se realmente Marcos Lisboa estivesse preocupado em ver Pochmann no Haddad, não teria sido por uma falha de visão, mas por um excesso de nitidez.

Se em 2019 Haddad evitava ser confundido com o Pochmann, para se vender como a face palatável do projeto petista, que ainda guardava mínimos pudores, no Lula3 essas máscaras foram dispensadas.

Marcio Pochmann foi colocado no IBGE com uma claríssima intenção, revelada nessa frase de Haddad. Um nome carregado de ideologia falida, senhor de uma visão que nem pode se enquadrar como econômica, está à frente de todos os dados estatísticos oficiais da nação. Não é sem bons motivos que Marcos Lisboa sempre repete que não usa mais os dados do governo para tomar decisão nenhuma.

A terra arrasada no IBGE – o negacionismo estatístico – revela que o objetivo não é mais apenas aparelhar, mas desintegrar a confiança técnica para que a realidade pare de atrapalhar o governo.

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