Nem a imprensa está mais interessada nas guerras. É um assunto saturado. O público não dá mais atenção a explosões e imagens de drones abatendo canhões de guerras, como se fossem expressões da superação a tecnológica moderna.
A guerra não precisa mais de tropas de frente numerosas. Hoje a destruição vem de um quartinho. A máquina militar é controlada por um joystick. O soldado foi substituído por um viciado em videogames.
Os drones trouxeram a facilidade. Os ataques se tornaram mais baratos e podem ser constantes.




