Os protestos que voltam a sacudir o Irã neste início de ano começaram a ganhar forma ainda em 2022, quando Mahsa Amini, jovem curda de 22 anos, morreu após ser detida pela polícia moral em Teerã, acusada de usar o véu islâmico de maneira “inadequada”. Sua morte sob custódia estatal detonou uma onda inédita de manifestações lideradas por mulheres, que passaram a cortar os cabelos em público, queimar o hijab e entoar o lema “Mulher, Vida, Liberdade”.
© 2026 Não é Imprensa · Privacidade ∙ Termos ∙ Aviso de coleta
Substack é o lar da grande cultura



