Um estudo publicado no último dia 15 de maio na revista Science sequenciou o DNA de 2,7 mil brasileiros, identificando 8,7 milhões de variações genéticas inéditas.
Segundo O Globo, a amostragem demonstrou que o brasileiro tem ascendência 59,1% europeia, 27,1% africana, 13,2% indígena e 0,6% asiática.
Esses dados diferem muito da identidade étnica autodeclarada. Menos de 1% da população se autodeclara indígena e 56% se autodeclara negro.
Já no artigo do G1, assim como em grande parte da imprensa, a miscigenação é abordada a partir de uma ênfase exagerada na violência da colonização, tratando-a como fator absoluto na composição genética da população.




