#IrãIrado(2)
Os irados jornalistas precisam conter a ira contra os judeus
No começo de 1979, radicais islâmicos apoiados pela União Soviética, derrubaram o governo do Xá do Irã, Reza Pahlavi, e colocaram no poder o aiatolá Ruhollah Khomeini, que estava exilado em Paris. Esses ditadores nunca se exilam no Sudão ou na Líbia, sempre em Paris, de preferência perto de uma loja da Galeries Lafayettte.
No final daquele ano, jovens estudantes islâmicos invadiram a embaixada americana em Teerã e mantiveram 52 reféns por 444 dias de terror, sofrimento e torturas.
O que movia a revolução islâmica era o ódio a América, considerado o grande Satã.
Khomeini morreu dez anos depois. Morreu de velho e no poder, como todos os ditadores que não são depostos à força.
No seu lugar entrou outro ditador, o aiatolá Ali Khamenei.
Um parênteses: a imprensa insiste em chamar esses aiatolás de “líderes”.
Depois que derrubaram o Xá, a ditadura iraniana incentiva o povo a gritar dois slogans, um para agradar a esquerda e outro para agradar os radicais islâmicos:
Morte a América e Morte a Israel!
O Irã é um grande produtor de petróleo, poderia ser um país com uma população rica, no entanto, a maior parte dos recursos financeiros não é utilizado para desenvolver o país e melhorar a vida dos iranianos. O dinheiro é usado para destruir Israel e exportar a jihad.
O povo? Oras, o povo! “O povo que exploda”, dizia o personagem político do Chico Anysio.
Para não confundir o leitor com tantas informações, deixaremos a jihad para outro capítulo desta minissérie.
Para destruir Israel, os aiatolás investiram bilhões e bilhões de dólares ganhos com o petróleo para enriquecer urânio e desenvolver bombas nucleares. Estavam muito perto disso.
Outros bilhões de dólares foram usados para construir mísseis que pudessem alcançar as cidades israelenses. O que fizeram no ano passado, ao lançarem entre 500 e 600 mísseis e drones contra Isael. Apesar das queixas de Eliane Laquê Cantanhede, conseguiram matar 32 civis. Desta vez, os mísseis contra civis levam bombas de fragmentação, proibidas pela ONU. Sorry, esqueci que a ONU não existe mais.
E mais alguns bilhões de dólares foram usados para treinar e armar os grupos terroristas Hamas, Hezbollah e Houthis para atacarem Israel.
O Hamas atacou no dia 7 de outubro de 2023, seguido pelo Hezbollah e Houthies, que lançaram mísseis contra alvos civis. O Irã usou esses proxies para fingir que não era o Irã.
Os ataques aos civis eram disfarçados de Free Palestine. Os radicais islâmicos adoram um slogan.
Nos últimos 47 anos, os meios de comunicação, os discursos dos ditadores e todos os eventos públicos no Irã repetem os slogans:
Morte a América! Morte a Israel!
Para quem não entende árabe, esses dois slogans significam: morte a América e morte a Israel.
Desde 1979, o Irã ameaça, se prepara e ataca Israel.
Fica muito claro, para quem ainda não entendeu, que não foram USA e Israel que há duas semanas começaram essa guerra.
Quem começou essa guerra, há 47 anos, foi o Governo Revolucionário Islâmico do Irã, que tem se armado até os dentes ano após ano.
Dizer que Israel atacou o Irã é fake News. Israel se defende de ataques constantes do Irã. Sabendo que as armas são a cada ano mais destrutivas. Sem levar em conta a bomba nuclear tocada pelos aiatolás a todo o vapor.
A esquerda internacional não vê a realidade porque não quer.
O que esperar de quem ainda acredita na União Soviética e acha que Stalin e Lênin estão vivos? Hello!, aquilo na praça Vermelha são múmias, suas múmias.
Essa esquerda ainda acredita que o imperialismo ianque quer conquistar o Mundo. Para eles, Trump só vai aonde tem Petróleo. Aguardem Cubalançar, com o perdão do trocadilho.
A esquerda internacional sempre vai culpar os judeus sionistas e a América.
A imprensa progressista acusa Israel pelo ataque ao pacífico Irã, aquele país que respeita os direitos humanos e investe bilhões de dólares para fabricar urânio com fins medicinais.
A mesma imprensa que também acusa Israel de atacar o Líbano, e não o Hezbollah. O Líbano é controlado pelo Hezbollah, que tem uma força militar mais poderosa que o exército libanês. Para ficar mais fácil entender: o Hezbollah conquistou territórios no Líbano assim como o CV conquistou morros cariocas. Quem manda nessas áreas são os criminosos. Quando a polícia invade a área, não está invadindo território carioca, e sim território controlado por criminosos, ou milicias, ou terroristas, como prefere Trump.
Além de tentar matar os judeus, os radicais iranianos estão matando os gays iranianos, as mulheres iranianas que não usam hijab e as mulheres iranianas que traem seus maridos iranianos.
A verdade é que a esquerda tem o antissemitismo encrustado na alma como cracas num navio petrolífero no estreito de Ormuz.
Jornalistas do mundo todo, uni-vos e estudai História com H.
Estudar faz bem.
No próximo capítulo, o jihadismo iraniano.




preciso! Parabéns! Bom contar com vc!
assisto, qd palatável, wwack, e estranhei caras e bocas irônicas, até um certo ar de riso superior de Lourival, qd reporta ataques iranianos e “estratégia iraniana”, q tem preparo e condição de fazer guerra longo prazo e ironiza e meio sorriso de satisfação, com “derrotas” Trump.
Estranhei, pq solidário com Ucrânia e criticava duramente Putin e posição do brasil…no q era contraditado pelo Caio Junqueira e Daniel Rittner, q argumentavam e elogiavam a “sagacidade”, do grande vencedor de eleições, daquele q é o pior mal q acometeu nosso país! Não consigo nem falar o nome! E parece q proibido chamar de des.. de ladr.. blá blá..
E tb boas no ww, boas surpresas: Leonardo Barreto, convidado a comentar stf e possível futuro de stf: “possível instituição-zumbi, sem fé pública”!!!!
Parabéns, Márcio!!!
Pânico da hipocrisia e teatrinho midiático destas terras patropi
Excelente, muito bom mesmo , infelizmente a mídia porca não publica
Parabéns