#IrãIrado(5)
A imprensa insiste em dizer que a culpa da guerra é do Trump e do Bibi
A imprensa é tão contra Trump e Bibi, que não consegue analisar com imparcialidade qualquer atitude que eles tomem. Na opinião da imprensa, todas, absolutamente todas, tem que ser erradas.
O inimigo do meu inimigo é meu amigo. Sendo assim, apoio Trump e Bibi na guerra contra o Irã, que há 47 anos ameaça destruir Israel e os USA. E na sequência, a civilização Ocidental. Para o governo do Irã, só existe lugar para o islamismo radical.
Criticam as ameaças de Trump, como se o governo revolucionário do Irã fosse uma democracia que luta pelos Direitos Humanos e deve ser defendido pelo mundo livre.
Os governos europeus, acovardados como sempre — vimos isso na II Guerra contra Hitler e na invasão da Ucrânia, onde levaram meses para apoiar Zelenski — e amedrontados com a invasão islâmica nos seus países — onde podem perder eleições por causa dos votos islâmicos — se recusaram a apoiar o ataque ao Irã. Trump foi na mosca: que se virem para buscar o petróleo em Ormuz.
Outra parcialidade da imprensa é acusar Trump e Bibi por crimes contra a humanidade. O porta-voz do Irã informa sem provas que foram atacados alvos civis e os papagaios jornalísticos repetem a informação. Nunca acusaram o Irã de crime contra a humanidade, mesmo após os milhares de misseis lançados pelo Irã contra alvos civis em Israel, Catar, Dubai, Barhein, Arábia Saudita etc. sendo que muitos causaram mortes de civis. Imaginem se o Irã já tivesse bombas nucleares.
O Líbano é outra questão que a imprensa tem preguiça – ou má fé – em entender. Acusam Israel de invadir o Líbano. Israel invadiu territórios ocupados pelo Hezbolah, organização terrorista financiada pelo Irã que lança mísseis contra áreas civis em Israel. O Hezbolah ocupa territórios do Líbano porque o governo libanês não os controla, não tem forças para combater. Paga o preço da inércia e da tolerância. Podemos comparar com os morros cariocas tomados pelo CV. O governo brasileiro não tem controle sobre essas áreas. O governo libanês não tem controle sobre as áreas do Hezbolah. Se o governo libanês eliminasse o Hezbolah, Israel não atacaria o Líbano.
Morrem inocentes? Em que guerra não há efeitos colaterais?
Se o Irã está em guerra com Israel e USA, por que atacou o Catar, Doha, Arábia Saudita, Kwait, Dubai? A imprensa não explica,
Outra questão que a imprensa tem preguiça de entender é o fechamento do estreito de Ormuz. O Irã está perdendo a guerra. Perdeu a maior parte do poderio militar, a inflação dobrou, os recursos financeiros vão para o exército e não para o bem-estar da população. Atacar navios em Ormuz é uma maneira de forçar os USA a terminarem a guerra, antes que o regime caia. Prejudicar o comércio mundial de petróleo, mesmo que prejudique aliados, é a única coisa que podem fazer.
Caros leitores, o Irã não quer a paz como nós a entendemos. A paz, segundo o Islã, e quem entende de islamismo sabe disso, significa ser islâmico. Só tem paz quem é islâmico.




Por que é tão difícil pra determinadas camadas da sociedade moderna fazer um exercício de futurologia e imaginar como seria, ou será, o mundo democrático nas mãos desses muçulmanos radicais se ninguém os impedir de continuarem crescendo e se espalhando pelo mundo como estão fazendo?
Márcio, sempre preciso. Excelente!