#JáAcabou
O cessar-fogo de Trump não durou 2 dias
As tensões no Oriente Médio se intensificaram com alertas de segurança em Israel após suspeitas de ataques vindos do Líbano. Sirenes foram acionadas no norte do país e também em Tel Aviv, depois da interceptação de um míssil lançado pelo Hezbollah em direção à cidade de Ashdod. Apesar da gravidade da situação, não houve registro de vítimas, e o sistema de defesa israelense conseguiu neutralizar as ameaças.
No cenário internacional, os Estados Unidos fizeram críticas ao Irã, especialmente sobre a possível cobrança de taxas em bitcoins de navios petroleiros no Estreito de Hormuz. Os americanos americana estão preocupados com a livre circulação de petróleo na região, considerada estratégica para a economia global.
O conflito também teve impacto interno no Irã, com a morte de um ex-ministro das Relações Exteriores após ferimentos em um ataque aéreo recente. Paralelamente, houve atritos diplomáticos entre Israel e o Paquistão após declarações consideradas ofensivas por autoridades israelenses. Ao mesmo tempo, o governo israelense sinalizou a intenção de iniciar negociações diretas com o Líbano, com foco na segurança e no desarmamento do Hezbollah.
Por fim, o regime dos aiatolás comunicou que pretende exigir compensações pelos danos sofridos no conflito e ainda sugeriu que pode revisar a forma como o Estreito de Ormuz é administrado – hoje é área de livre navegação internacional. Os aiatolás também andaram declarando que não pretendem abrir mão de seus interesses nas negociações com os Estados Unidos, mantendo uma postura firme diante do cenário atual. Isso quer dizer que, mesmo com o país todo destruído, eles não querem abandonar suas pretensões nucleares.





50 anos que os governos iranianos mentem e não cumprem nenhum acordo. E mais de 30 anos que os governos libaneses prometeram desarmar o Hezbbollah (e nunca cumpriram). Infelizmente não tem trégua possível com esta gente. Estão certos os israelenses, e os americanos devem recomeçar o mais rápido possível os ataques. Um desastre e uma lástima com e para todos os civis e inocentes, mas o mundo precisa se livrar desta ameaça maligna e fatal que é o regime dos molahs e seus proxies no oriente médio.
Enquanto isso, em todos os lados, quem sai perdendo é a população, que convive diariamente com o medo. Na questão do estreito de Hormuz, o governo do Irã está agindo como bandido, exigindo pedágio para que os navios circulem. Estão criando uma situação na qual será fácil justificar qualquer ação militar.