A juventude sempre foi vendida como rebeldia, mas não passa de servidão. O adolescente encena coragem contra pais e professores, enquanto se curva de joelhos diante da tribo que dita o código da vez. O “livre” nada mais faz do que copiar — o que René Girard chamou de desejo mimético: querer o que o outro quer, porque o outro quer.
© 2026 Não é Imprensa · Privacidade ∙ Termos ∙ Aviso de coleta
Substack é o lar da grande cultura




