A réplica da Estátua da Liberdade da Havan, aquela cafonice cacofônica de fibra de vidro, não resistiu e despencou com a tempestade. O timing foi sobrenatural. Logo após a liberdade do rei togado com a queda da Magnitsky. A réplica de liberdade americana, ainda que paraguaia, decidiu que não valia a pena continuar de pé neste solo de mãe gentil. Foi um suicídio simbólico. Para não restar dúvida de que o Tio Trump não nos salvará de nós mesmos. A estátua pediu o boné e beijou a lona. Quer liberdade, Brasil? Você que lute!
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