#Lobbycacia
Não se trata de uma distorção sistêmica, mas de uma guerra de facções jurídicas
A crítica de Miguel Reale Júnior à chamada “lobbycacia” descreve um desvio silencioso, embora profundo, no funcionamento da Justiça brasileira.
Faz tempo que a lógica tradicional da advocacia — que deveria ser fundada na técnica, na argumentação e na jurisprudência — está ultrapassada. O pragmatismo leva a contratação de lobistas que sabem a quem é preciso dar um telefonema ou fazer um proposta que não se pode recusar.
Mas tudo muda para sempre manter as coisas como devem ser. Os grandes escritórios se lobbyvogacia, que viviam parasitando STF e o STJ, foram substituídos pelos escritórios dos parentes dos ministros.


