#MasterMinistro
O novo ministro da Justiça disse que o Master foi o eixo da reunião com Lula e Moraes. Pouco depois, a versão oficial o fez mudar rapidamente de eixo, para o combate ao crime organizado
Wellington César Lima e Silva estreou bem no Ministério da Justiça. Ao admitir que o Banco Master foi o eixo de sua reunião com Lula e Alexandre de Moraes, o ministro obrigou a Secom ao esforço semântico de sempre, para transformar o centro da conversa em uma mera “ilustração hipotética” sobre o crime organizado.
Além de Lula, Moraes e Lima e Silva, participaram da reunião o vice-presidente Geraldo Alckmin; o ministro da Secom, Sidônio Palmeira; o procurador-geral da República, Paulo Gonet; o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan; o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas; e o presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo.
Na posse de seu novo ministro, Lula falou como se fosse um observador externo do crime organizado, celebrando a chegada da lei ao “andar de cima”. Aquele lugar onde, por uma amnésia, ele parece acreditar que nunca habitou.
O mais bem-sucedido partido nessa guerra de facções que ocorre em Brasília, sugere que o crime organizado agora, finalmente, encontrou um “adversário” à altura. Quem duvida que Lula está à altura do crime organizado?



