“Você já passeou de Porsche hoje?” – pergunta um promotor do MP de São Paulo no grupo “Equiparação Já”. Outro colega lamenta estar em “classe social inferior” diante do desembargador que ostenta coleções de carros de luxo. Neste universo miúdo, penduricalhos são a “legítima defesa contra o arrocho salarial”.
Uma das procuradoras do grupo, que tem média salarial de R$ 70 mil por mês, explicou que nem quer um porsche, só quer pagar suas contas do mês.





