Nietzsche virou pop: o santo patrono do niilismo gourmet. O filósofo que anunciou a “morte de Deus” virou estampa de camiseta — o oráculo perfeito para uma geração que confunde profundidade com aparência. Seu “Übermensch” é só o narcisista de sempre com verniz filosófico: o homem que se acha Deus, mas não passa de um ego inflado à beira do abismo.
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