Manuel Antônio de Almeida (1831-1861) tinha plena consciência de como funcionam as paixões que moldam o comportamento nacional. Vejam este trecho de seu Memórias de um sargento de milícias (1854), considerado uma exceção, um elemento estranho num ambiente literário que mal havia aproveitado o Romantismo defasado e ainda não imaginava o que faria com um suposto realismo que travava a percepção verdadeira do mundo:
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