#OsProtocolosDeJesséDeSouza
Sociólogo esquerdista publicou video antissemita, culpando os judeus pelos crime de Jeffrey Epstein
Jessé Souza é mais um retrato deprimente de um vício crônico da intelectualidade brasileira.
O debate político exige método, prudência e responsabilidade, mas nossos “intelectuais” estão sempre comprometidos com uma deprimente intoxicação ideológica.
Para Jessé, os judeus são responsáveis pelos crime de Jeffrey Epstein.
“Ele matava e violava meninas e meninos, americanos e de outros lugares, por uma autorização tácita e às vezes explícita do poder do lobby judaico no mundo”.
Na lógica de Jessé de Souza, se Jeffrey Epstein é judeu, logo os judeus são culpados pelos crimes de Epstein.
É a sociologia baseada nos Protocolos dos Sábios de Sião.
Mas uma idiotice nunca é dita sozinha. Para Jessé de Souza,
“o holocausto judeu foi cafetinado pelo sionismo, com a ajuda de Hollywood e de toda a mídia mundial, dominado pelo lobby judaico para acusar de antissemitismo qualquer crítica a Israel”.
O ambiente intelectual brasileiro é ritualístico. O camarada começa decorando clichês sobre “luta de classes”, “ideologia dominante”, “forças ocultas”, “lobbies”, “máquinas de manipulação”, e termina sempre na mais cretina repetição de teorias conspiratórias.
Mas este episódio é menos sobre Jessé Souza e mais sobre a burrice do ambiente intelectual brasileiro atual.
Num país que virou um manicômio ideológico, é razoável que qualquer idiota presunçoso e iletrado suba no caixotinho de suas redes sociais para proclamar seu antissemitismo e arregimentar uma legião de retardados mentais com delírios persecutórios.
Porque a estupidez também pode ser criminosa.





Melhor teria sido colocar Jessé com um exemplar d'Os Protocolos dos Sábios de Sião nas mãos. Combinaria mais com seu discurso. Mas daqui a pouco vou dar meus dois centavos nessa história também. Aqui pelo NEIM, é claro!
Quanto tempo até esse fdp conclamar um pogrom? O simples fato dele sentir-se à vontade para publicar uma m#^&a dessas demonstra que o antissemitismo no Brasil nunca esteve tāo em moda. Nem na época de Getúlio algo assim nojento seria dito em público. Nāo fosse pelo NEIM e seus assinantes, eu estaria muito mais preocupada.