#OsRejeitados
Nessa eleição os eleitores terão de escolher o ladrão predileto
Todos os institutos de pesquisa são unânimes em dizer que Lula é o político mais rejeitado do Brasil. O motivo, segundo a AtlasIntel, é ele “estar envolvido ou ser conivente com corrupção”.
Entre os jovens a rejeição é maior. Eles não ligam muito para a corrupção porque não viveram a época de ouro da roubalheira petista, mas se decepcionaram com as promessas de Lula na última eleição. Reprovam o governo por razões econômicas e também políticas.
O jornalismo de WhatsApp garante que “uma ala petista de São Paulo, ligada à candidatura Haddad” admite a possibilidade de Lula ser derrotado por Flavio Bolsonaro.
Nem os petistas acreditam na recuperação da popularidade de Lula. A aposta agora são os esqueletos no armário de Flavio – as rachadinhas, a fabulosa loja de chocolates, o empréstimo miraculoso para comprar uma mansão em Brasília.
O mais curioso, no entanto, é a insistência dos petistas no discurso antissistema. Eles querem nos convencer que não governaram o país por quase 3 décadas.
Foi exatamente o que Zé Dirceu tentou fazer no podcast 3 irmãos. Estava lá com seu novo estagiário, Elias Jabbour, negando o Mensalão, o Petrolão e até as catástrofes econômicas de Dilma Rousseff.
Ao que tudo indica, caminhamos para mais uma eleição em que os eleitores irão escolher seu ladrão predileto.
Porque na era da polarização política, o que nos separam são as ideologias, mas o que nos une é a trambicagem.




Perfeito, Chiuso, perfeito.
A diferença é que Lula e o PT praticaram a grande corrupção (Mensalão, Petrolão, assalto aos aposentados, etc.) e a família Bolsonaro dedicou-se à chamada pequena corrupção (rachadinhas, etc.). A corrupção sempre faz mal ao país como aponta a recente literatura institucionalista.
Pela não obrigatoriedade