#ParaísoDaBandidagem
O Caso Master é apenas uma nova versão para a mesma roubalheira
O jornalista Felipe Moura Brasil resumiu bem a relação dos políticos com o Banco Master: “é como se tivessem inventado a propina consignada”.
Todos os políticos, de uma forma ou de outra, se beneficiaram da amizade colorida com Vorcaro. O banqueiro pagou pornochanchadas de 130 milhões, ajudou parentes de ministros com contratos benevolentes, fez pagamentos contínuos a empresas de fachada, ONGS, igrejas e associações culturais, além das festinhas privês com “quengas” do leste europeu e as viagens internacionais com charutagens e uiscadas milionárias.
Tudo sob o olhar complacente de “certos setores da Justiça” que, segundo o supremíssimo André Mendonça, “parecem especializados em fabricar vícios processuais” e ter uma pretexto para soltar os criminosos.
E assim o Brasil se tornou o paraíso da bandidagem.
Assine o NEIM e compartilhe o nosso conteúdo.
Ajude a ampliar cada vez mais o nosso trabalho.





A propina consignada é surreal.
É, duro só saber que nós, otários aqui de plano terrestre que vamos pagar por isso tudo. E pior ainda saber que em pouco tempo, mal terminamos de pagar esse, aparecerá outro.
Tá louco, só no rabo.