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A morte de Jason Arday ou como Cambridge canonizou uma narrativa e sacrificou uma pessoa

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ago 18, 2026
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Jason Arday foi usado como símbolo das virtudes que os professores de Cambridge queriam exibir. Eles construíram seu pedestal em areia e o colocaram lá no alto como ícone da diversidade.

Em artigo do The Spectator, Brendan O’Neill revelou de forma irretocável o símbolo real por trás dessa história. As pessoas que o colocaram na posição de “melhor do mundo” são as mesmas que valorizaram a ideologia identitária enquanto jogavam o próprio Arday na fogueira de suas vaidades.

Agora, querem se livrar de qualquer sentimento de culpa por sua morte, ainda sem causa definida, responsabilizando aqueles que denunciaram a farsa, continuamente chamados de racistas. O’Neill explica que a responsabilidade moral da universidade é inquestionável. Visto que foram os professores que, de forma perversa, optaram por canonizar Arday e lucrar com as relíquias de uma santidade que eles próprios haviam inventado.

Leia abaixo o artigo de O’Neill:

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