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Levantamento da Folha aponta que 9 ministros e 12 parentes diretos são sócios de ao menos 31 empresas
O Supremo Tribunal Federal, ao que tudo indica, deixou de ser apenas uma corte e virou um condomínio empresarial de luxo, com crachá, toga e muitos CNPJs.
Um levantamento da Folha aponta que 9 ministros e 12 parentes diretos são sócios de ao menos 31 empresas, muitas delas em áreas nada discretas: advocacia, institutos jurídicos, holdings e negócios imobiliários.
A lei permite que o ministro possa ser sócio, receber dividendos, só não pode administrar. Ou seja: pode embolsar a grana, desde que finja que não manda em nada.
Mas a lei não permite – ou não deveria permitir – que os negócios dos familiares dos ministros tenham a ver com os julgamentos que eles mesmos irão julgar.
Como estamos no Brasil, tudo é permitido, até mesmo o que é proibido.
E quando aparece um “sócio oculto”, como no caso do resort Tayayá, com negócios duvidosos com banqueiros corruptos, os Supremes se fecham num corporartivismo mafioso, com reuniões secretas, ameaças e inquéritos ilegais.
A verdade é que está liberada a entrada dos vendilhões no templo.






Vai ter azorrague?
Grande idéia para vender serviços de dentro mas pelo lado de fora, tudo legalizado e com nota-fiscal. Qualquer funcionário público com a caneta poderá ter sua empresa paralela para vender serviços públicos.