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Toffoli decidiu resistir às investidas de Lula para afastá-lo do STF

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Diogo Chiuso
mar 19, 2026
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A relação entre Lula e Dias Toffoli nunca foi institucional. Ela nasceu de um gesto político: a indicação de um comparsa ao Supremo Tribunal Federal.

Mas a relação foi se deteriorando ao longo do tempo sob o peso de crises e ressentimentos acumulados.

O ponto de ruptura, também não foi institucional. Não foi jurídico nem ideológico. Foi estritamente pessoal. Em 2019, Lula estava preso quando seu irmão bateu as botas. Ele pediu autorização para ir ao enterro. O STF, no plantão de Toffoli, foi negligente e só autorizou de forma tardia e restritiva. Lula não foi ao enterro do irmão. E nunca perdoou o antigo comparsa.

Ninguém imaginava que aquele político em fim de carreira, com a biografia manchada pelos maiores escândalos de corrupção da história do país, voltaria à presidência da República. O ex-comparsa é também azarado.

O homem que um dia foi amigo do amigo do pai do Marcelo Odebrecht, é hoje um desafeto.

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