#TebetÉLula
Quem buscou em Tebet uma alternativa à polarização aprendeu a lição: ela não era a saída, mas o atalho para o palanque de Lula
Em reportagem do Estadão, Tebet é desenhada como ferramenta estratégica de Lula para tentar desbancar Tarcísio. A manipulação passa pela instrumentalização do discurso de que São Paulo nunca teve uma governadora como isca para atrair eleitoras que hoje apoiam Tarcísio, mas que seriam sensíveis a uma mulher como candidata.
A matéria tenta convencer que Tebet é vista como um elemento mais competitivo que Fernando Haddad ou Geraldo Alckmin. Trata-se de uma pesquisa não registrada no TRE:
Ambos os levantamentos aos quais o Estadão teve acesso foram encomendados por apoiadores de Simone Tebet, que preferiram não se identificar. A iniciativa, no entanto, não partiu da ministra, que tampouco tem se articulado para disputar o Palácio dos Bandeirantes.
Quem seriam esses apoiadores? Mais adiante, na longa reportagem, há uma pista “imperceptível”:




