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Quem buscou em Tebet uma alternativa à polarização aprendeu a lição: ela não era a saída, mas o atalho para o palanque de Lula

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jan 21, 2026
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Em reportagem do Estadão, Tebet é desenhada como ferramenta estratégica de Lula para tentar desbancar Tarcísio. A manipulação passa pela instrumentalização do discurso de que São Paulo nunca teve uma governadora como isca para atrair eleitoras que hoje apoiam Tarcísio, mas que seriam sensíveis a uma mulher como candidata.

A matéria tenta convencer que Tebet é vista como um elemento mais competitivo que Fernando Haddad ou Geraldo Alckmin. Trata-se de uma pesquisa não registrada no TRE:

Ambos os levantamentos aos quais o Estadão teve acesso foram encomendados por apoiadores de Simone Tebet, que preferiram não se identificar. A iniciativa, no entanto, não partiu da ministra, que tampouco tem se articulado para disputar o Palácio dos Bandeirantes.

Quem seriam esses apoiadores? Mais adiante, na longa reportagem, há uma pista “imperceptível”:

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