Quem usa IA para escrever reportagens e até colunas de opinião não leva em consideração o leitor. Matérias geradas por IA às vezes lembram redação da 5a série, por exemplo: “o caso do cão Orelha nos mostra a importância de educarmos os jovens para que não maltratem os animais… “ Pra que vou perder meu tempo lendo isso? E mais burrice ainda é pagar pra ler coisas assim.
IA X IN, inteligência artificial versus inteligencia natural, está difícil visto que a tal IA foi desenvolvida pela IN. A autenticidade de um texto, seja reportagem, livro, texto, etc... só pode ser carimbada como autêntica quando desenvolvida pelo seu autor sem o uso da IA. Qualquer texto ou seja lá o que seja, desenvolvida por IA, não é produto autoral mesmo que direcionada pela inteligência natural do repórter.
Por ser de tecnologia, uso IA cotidianamente para o trabalho e, também, em atividades pessoais. Ontem mesmo interagi com o ChatGPT para dar forma a uma ata de reunião do condomínio do qual sou síndico. Muitos acham que é só colocar algo e a IA "cospe" tudo perfeito. Não é assim. Você precisa interagir e cada vez mais ela vai aprendendo, inclusive, sobre você, seu jeito de escrever, etc.. Porém, uma coluna, um texto AUTORAL, é demais imaginar que alguém use IA mesmo que seja apenas como ferramenta de apoio. Mas, pelo menos, a colunista assumiu a sua picaretagem..
Tudo (ou quase) está se transformando em aparência, marketing, busca por aplauso. A pausa, a reflexão, a dúvida, escrever, apagar e reescrever, tudo isso vai desaparecendo e dando lugar à massificação e ao desaparecimento da tentativa humana de expressar suas percepções. Meu Deus, quanta falsificação! Observação: Nunes Pires: seu texto está sensacional!
Será que isso não denuncia um outro problema, talvez mais importante e que permeia toda produção de texto? Refiro-me à obrigatoriedade da produção. O salário, a bolsa, o fundo de pesquisa dependem (artificialmente, creio) de que se produza texto num certo ritmo. Não combina com a artesania inerente ao bom texto. E isso está em todo o lugar, né?
Quem usa IA para escrever reportagens e até colunas de opinião não leva em consideração o leitor. Matérias geradas por IA às vezes lembram redação da 5a série, por exemplo: “o caso do cão Orelha nos mostra a importância de educarmos os jovens para que não maltratem os animais… “ Pra que vou perder meu tempo lendo isso? E mais burrice ainda é pagar pra ler coisas assim.
Esse sincericídio talvez mostre que ela não gosta de escrever, que o interesse dela é outro.
A questão é por que a Folha dá espaço para "colunistas" como essa. É um excelente motivo para cancelar a assinatura.
Eu quero voltar à Era da Pedra Lascada! 😹
Concordo com você! 🏆👏🏻
IA X IN, inteligência artificial versus inteligencia natural, está difícil visto que a tal IA foi desenvolvida pela IN. A autenticidade de um texto, seja reportagem, livro, texto, etc... só pode ser carimbada como autêntica quando desenvolvida pelo seu autor sem o uso da IA. Qualquer texto ou seja lá o que seja, desenvolvida por IA, não é produto autoral mesmo que direcionada pela inteligência natural do repórter.
Confessou sua completa incapacidade de transformar seus pensamentos em palavras.
Por ser de tecnologia, uso IA cotidianamente para o trabalho e, também, em atividades pessoais. Ontem mesmo interagi com o ChatGPT para dar forma a uma ata de reunião do condomínio do qual sou síndico. Muitos acham que é só colocar algo e a IA "cospe" tudo perfeito. Não é assim. Você precisa interagir e cada vez mais ela vai aprendendo, inclusive, sobre você, seu jeito de escrever, etc.. Porém, uma coluna, um texto AUTORAL, é demais imaginar que alguém use IA mesmo que seja apenas como ferramenta de apoio. Mas, pelo menos, a colunista assumiu a sua picaretagem..
Tudo (ou quase) está se transformando em aparência, marketing, busca por aplauso. A pausa, a reflexão, a dúvida, escrever, apagar e reescrever, tudo isso vai desaparecendo e dando lugar à massificação e ao desaparecimento da tentativa humana de expressar suas percepções. Meu Deus, quanta falsificação! Observação: Nunes Pires: seu texto está sensacional!
Será que isso não denuncia um outro problema, talvez mais importante e que permeia toda produção de texto? Refiro-me à obrigatoriedade da produção. O salário, a bolsa, o fundo de pesquisa dependem (artificialmente, creio) de que se produza texto num certo ritmo. Não combina com a artesania inerente ao bom texto. E isso está em todo o lugar, né?