#TerceirizandoAInteligência
Quando a automação cognitiva esvazia o hábito de pensar
Hannah Arendt já advertia que o maior perigo da modernidade não era a maldade consciente, mas a substituição do juízo pelo procedimento. A banalidade do mal.
A Inteligência Artificial dissemina a mesma lógica ao automatizar as decisões e a linguagem, determinando por nós, através dos algoritmos, que a banalidade é relevante.


