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#TerceirizandoAInteligência

Quando a automação cognitiva esvazia o hábito de pensar

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Diogo Chiuso
jan 20, 2026
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Hannah Arendt já advertia que o maior perigo da modernidade não era a maldade consciente, mas a substituição do juízo pelo procedimento. A banalidade do mal.

A Inteligência Artificial dissemina a mesma lógica ao automatizar as decisões e a linguagem, determinando por nós, através dos algoritmos, que a banalidade é relevante.

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