Lulinha continua no noticiário com os três inquéritos em que é acusado de tráfico de influência.
Ninguém precisa explicar nada porque todo mundo já entendeu.
Sem ter como defender o indefensável, os petistas apelam para a lorota de perseguição política. Nas ocasiões em que não dá certo, porque tem sempre algum ingênuo para acreditar no inacreditável, os petistas apelam a Flávio Bolsonaro.
Além das rachadinhas e dos milhões que pegou com Vorcaro, circula a notícia de que, em breve, Flávio voltará ao noticiário num novo escândalo envolvendo propinas, refinarias de petróleo e sheiks sauditas.
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Os bolsonaristas nem tentam defender o indefensável. Simplesmente seguem nas suas campanhas, sem se importar muito com um candidato à presidência que nem queriam.
Com denúncias brotando de um lado e de outro, a campanha eleitoral deixou de ser pautada por marqueteiros. Agora o roteiro é todo da Polícia Federal.
A cada áudio vazado, a cada documento que cai nas redes sociais, Lula e Flávio vão oscilando nas suas respectivas margens, deixando claro que a escolha dos eleitores não será pelas qualidades dos candidatos, mas pela maior ou menor rejeição a eles.



