#TodoSigiloÉPouco
Gilmar proíbe CPI do Crime Organizado de investigar as toffoladas no Tayayá
Gilmar suspendeu a quebra de sigilo do fundo de investimentos Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado. Segundo ele, a decisão foi irregular porque “o requerimento de quebra de sigilo demanda análise fundamentada de cada caso, com debate e deliberação motivada".
Essa lorota aí é a explicação oficial.
Mas a gente pode traduzir.
O fundo Arleen está ligado a investigações envolvendo a administradora Reag e tem conexão com o resort Tayayá, que era da família Toffoli.
Gilmar também afirmou que a comissão tentou contornar uma decisão anterior do STF, que havia proibido a quebra de sigilo de Lulinha, classificando a insistência da CPI como uma “fraude à decisão judicial” e um desvio de finalidade.
A gente traduz esse trecho também.




