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TCU considera irrelevante que o indicado para presidir a CVM tenha sido acusado de ser o braço financeiro de um líder de fraudes em fundos de pensão

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fev 12, 2026
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Lei, ética e decoro no Brasil sempre foram tratados como estorvos. Mas, no Lula3, não há incômodo, não há impedimentos. Lula fala o que quer, faz o que bem entende e nomeia como quem atira uma granada nas instituições, com a certeza de que não há ninguém para dizer “é golpe”.

Recentemente, o escolhido foi um presidente da CVM que tem no currículo a acusação de ser um expert em blindagem de patrimônio desviado de fundos de pensão.

O presidente da CVM, além de participar das decisões macroeconômicas mais importantes do país, como a definição da meta de inflação e as diretrizes do sistema financeiro, pode interferir em julgamentos de casos envolvendo fraudes, uso de informação privilegiada ou conflitos em grandes empresas.

O nome escolhido foi Otto Lobo. Mas, adivinha…

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