#UnidosPerderemos
Seleção vence, convence os convertidos e inaugura nova era de pânico entre adversários reais, imaginários e geograficamente improváveis
A vitória insofismável da seleção brasileira veio para calar a boca das “cassandras” e “vivandeiras de concentração” que passam a semana criticando os jogadores e prevendo maus presságios sofre o desempenho do time canarinho pistola na Copa do Mundo.
Pois, então! Aí está para quem quiser ver a vitória maiúscula e substantiva sobra o Haiti, uma das potências do futebol mundial. Serviu para dar um basta nos derrotistas, cegos de nascença, que não enxergam a superioridade do futebol brasileiro.
Quem venham o Yemen, o Timor Leste , Burkhina-Fasso, a Eritréia, o Suriname ou qualquer outra seleção da vanguarda do futebol mundial que será devidamente obliterada pelas chuteiras mágicas de nossos craques, acompanhadas de suas esposas fashion com bolsas de 200 mil reais
Tremam alamanhas, perca o sono Mbapé, entrem em pânico argentinos, voltem para casa ingleses. De agora em diante, o que resta para vocês é serem coadjuvantes, assistindo a seleção brasileira rumo ao Hexa, Hexa-prometil-metamonio-pentabrominato-fosfórico bisurado.
Neste instante de Glória não podemos nos esquecer daqueles que tanto contribuíram para o triunfo do nosso país. A começar pelo ínclito ministro Gilmarginal Mendes, este tribuno incansável. Graças aos seus engenhosos arcabouços legais, nosso país conseguiu chegar onde chegou. Não esquecendo de outros estadistas do naipe de um David Alcolumbre, de um Ciro Nogueira, de um Jaques Wagner, cujo descortino e a visão de longo prazo conduzem o Brasil ao seu destino inexorável de potência mundial, respeitado e temido entre os povos!
O único senão, a única falha que me causa espécie neste mundial de futebol é a ausência das nossas mascotes: As Piranhas Brasileiras sempre presentes na nossa arquibancada. Envergando um minúsculo top e um shortinho mais apertado ainda, exibem o charme e a malemolência da mulher brasileira, através das câmeras de televisão para bilhões de telespectadores estupefatos com o nosso principal produto de exportação.
A Copa pode ser na Groelândia, no Alasca ou na frígida Sibéria que lá estarão elas, as nossas piranhas , de top-e-shortinho rebolando o popozão. E o que é pior: o Ibama não toma nenhuma providência.
Agamenon Mendes Pedreira é jornalista isento, imparcial e mau caráter.
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Marcelo Madureira é humorista do Casseta & Planeta e, junto com o Hubert (também do Casseta & Planeta) produzem conteúdo para o canal do jornalista Agamenon Mendes Pedreira no Substack. Chega lá e “assassina”.





