Engraçado que ontem eu estava justamente em um seminário de IA e vários palestrantes estavam apresentando números, números e números.. Eu cochicei para meu colega ao lado.. "Exercício de futurologia. Eles pegam esses números de algum lugar e saem país afora tentando impressionar os incautos. Daqui a uma semana ninguém vai se lembrar de nenhum desses números e daqui a 5 anos ninguém vai rever essa palestra para ver as bobagens que disseram..". Porém, no momento, os números garante a esses espertalhões o papel de profundo conhecedor do tema.
P. S. Relendo o que escrevi acima vi que minha referencia à “escritor e professor não me acrescentam nada” estava me referindo ao fato de escritor não dizer o nome do escritor e professor não dizer o nome do professor. Não é desprezo pela profissão de escritor e de professor. Sorry se fui mal entendido.
Pois é. Minha opinião imediata seria instintivamente nenhum dos dois pois tanto escritor quanto professor não me acrescentam nada em fidedignidade e confiança e convencimento. Eu trabalhei um período checando os ditos trabalhos científicos. Desde então isso evoluiu muito. Mas eu já tive informações de que determinadas escolas (USA e França) trabalham com hipóteses para 20 a 30 anos adiante (talvez mais). São hipóteses e não sei com qual margem de acerto eles trabalham se é que isso existe em se tratando de futuro. E respeito tanto a intuição e inteligência de um escritor quanto de um cientista. Aliás, esse relacionamento entre o pensamento científico e o pensamento criativo é muito linda e inspiradora.
Engraçado que ontem eu estava justamente em um seminário de IA e vários palestrantes estavam apresentando números, números e números.. Eu cochicei para meu colega ao lado.. "Exercício de futurologia. Eles pegam esses números de algum lugar e saem país afora tentando impressionar os incautos. Daqui a uma semana ninguém vai se lembrar de nenhum desses números e daqui a 5 anos ninguém vai rever essa palestra para ver as bobagens que disseram..". Porém, no momento, os números garante a esses espertalhões o papel de profundo conhecedor do tema.
e ganham para dar palestras. se falassem em ingles, convenciam mais e ganhavam mais também.
P. S. Relendo o que escrevi acima vi que minha referencia à “escritor e professor não me acrescentam nada” estava me referindo ao fato de escritor não dizer o nome do escritor e professor não dizer o nome do professor. Não é desprezo pela profissão de escritor e de professor. Sorry se fui mal entendido.
entendemos, de qrr maneira ambos personagens são ficticios
Pois é. Minha opinião imediata seria instintivamente nenhum dos dois pois tanto escritor quanto professor não me acrescentam nada em fidedignidade e confiança e convencimento. Eu trabalhei um período checando os ditos trabalhos científicos. Desde então isso evoluiu muito. Mas eu já tive informações de que determinadas escolas (USA e França) trabalham com hipóteses para 20 a 30 anos adiante (talvez mais). São hipóteses e não sei com qual margem de acerto eles trabalham se é que isso existe em se tratando de futuro. E respeito tanto a intuição e inteligência de um escritor quanto de um cientista. Aliás, esse relacionamento entre o pensamento científico e o pensamento criativo é muito linda e inspiradora.