Parece que estamos nos distanciando cada vez mais dos clássicos da cultura mundial. Com toda inundação de informações, com a IA que muda tudo a cada 3 ou 4 meses, a competição frenética, poucos tem o privilégio e a serenidade de parar e refletir sobre esses clássicos. É uma pena. Mas artigos como esse ajudam a preservar essa cultura tão importante.
Muito obrigado pelo apoio e pela perspicácia no teu comentário.
Realmente, em tempos de grande fluxo informacional (e alguns conteúdos de baixa qualidade), a leitura dos clássicos (independentemente das classificações literárias) vem a calhar.
O meu intuito é fazer com que Guilherme de Almeida, um dos maiores poetas do nosso país, seja mais conhecido.
E chamar o Guilherme de Almeida de clássico também mostra essa passagem do tempo, ele que era modernista e se contrapunha aos “clássicos” da época (não sou especialista, só lembro um pouco do que estudei no ensino médio)
Excelente ensaio, como todos os seus.
Parece que estamos nos distanciando cada vez mais dos clássicos da cultura mundial. Com toda inundação de informações, com a IA que muda tudo a cada 3 ou 4 meses, a competição frenética, poucos tem o privilégio e a serenidade de parar e refletir sobre esses clássicos. É uma pena. Mas artigos como esse ajudam a preservar essa cultura tão importante.
Muito obrigado pelo apoio e pela perspicácia no teu comentário.
Realmente, em tempos de grande fluxo informacional (e alguns conteúdos de baixa qualidade), a leitura dos clássicos (independentemente das classificações literárias) vem a calhar.
O meu intuito é fazer com que Guilherme de Almeida, um dos maiores poetas do nosso país, seja mais conhecido.
E chamar o Guilherme de Almeida de clássico também mostra essa passagem do tempo, ele que era modernista e se contrapunha aos “clássicos” da época (não sou especialista, só lembro um pouco do que estudei no ensino médio)
Obrigado por esta continuação.
Eu é quem agradeço pela leitura.