10 Comentários
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Avatar de Ricardo Cozzarin

Nunca esqueçamos que foi o ético Fachin que começou a história do CEP errado do Lula em Curitiba.

Avatar de alunoaprendiz

É essencial manter as lembranças de tudo e de todos que acabaram com a Lava Jato. Obrigado.

Avatar de TUTA
Jan 25Editado

Pelo que sei, não foi ele que deu início a essa palhaçada, mas se prestou a dar a cara a tapa. Um por todos, todos por um.

Avatar de Wal.k

Dizem que o Fachin quiz dar um gambito da rainha ao descondenar o Lula, para tentar salvar o que restava da Lava Jato. Usar o argumento de competencia da vara de Curitiba permitiria manter as provas e processos por parte do juiz que sucedeu o Moro. Ele não queria que a descondenação fosse devido à suspeição do Moro. Mas aí veio Appio, vaza jato, the supremes e o suposto gambito foi pro brejo

Avatar de Kiko Mazziotti

Carmen Miranda não morreu e Fachin é um maldito filhodaputa igualzinho aos outros propineiros do prostibulo STF. Num puteiro como o STF, ministros faturam mais que as putas. Um exemplo é a mega-propina de 130 milhões, paga pelo Master ao nazista Alexandre de Moraes, que só poderia ter como padrinho um canalha do tamanho de Geraldo Alckmin

Avatar de Maria Elisa Bastos Macieira

Os acreanos poderiam nos explicar a razão pela qual a Marina não tem votos no Acre...

Avatar de Marina

Vem semana … vai semana é continuamos os Trouxas…com ódio, raiva , desgosto

Avatar de Wal.k

Os grandes desafios da IA no processamento de linguagem natural sǎo a ironia, o duplo sentido e a ambiguidade. O Marcio é mestre nas duas primeiras, e com isso pode se tornar nosso Neo ou John Connor na futura batalha entre humanos e maquinas.

Avatar de alunoaprendiz

O molusco bêbado devia se consultar com algum dos médicos formados por esse 1/3 de cursos reprovados para provar que a reprovação desses cursos é que está errada.

Avatar de Celso Ramos

Não sei qual é a situação atual, mas, há alguns anos, as empresas que produziam embalagens plásticas para a indústria farmacêutica eram obrigadas a comprar a matéria-prima da Braskem.

Antigamente, as próprias farmacêuticas também eram obrigadas a adquirir o ácido acetilsalicílico (aspirina) da estatal Central de Medicamentos (CEME), que produzia, inclusive, os antibióticos usados no Brasil. Quando, no governo FHC, passou a ser permitido comprar aspirina e antibióticos de fornecedores externos, a CEME não conseguiu competir e acabou sendo desativada. Hoje, não produzimos nenhum antibiótico no país; as farmacêuticas nacionais importam todo o princípio ativo da China ou da Índia, realizando aqui apenas a formulação. Acredito que isso ocorra com cerca de 99,9% dos medicamentos "fabricados" no Brasil.

A indústria precisa pagar taxas elevadas para importar matérias-primas e equipamentos, além de enfrentar regras tributárias complexas, logística precária e obrigações trabalhistas que compõem o chamado “custo Brasil”. Com esse peso estrutural, é impossível competir em igualdade com empresas estrangeiras. Por isso, para haver crescimento real da indústria, não adianta restringir a concorrência externa sem antes reduzir o fardo que o próprio Estado impõe à produtividade.