Paisagens da metrópole da morte, do historiador Otto Dov Kulka, busca na memória e na história pessoal de seu autor, entender como ele sobreviveu ao Hades de Auschwitz.
Livro maravilhoso, Dionisius, parabéns, muito bem escolhido. Discuti em um dos meus clubes de leitura há dois anos, e enquanto preparava a apresentação de Power Point (que preparo para todos os livros) não conseguia parar de criar mais slides, porque o número de temas, a linguagem, as imagens do livro impunham-se, como personagens a um autor. Uma mistura hipnótica de Sebald e Canetti. Leia, você terá sonhos (e pesadelos) inesquecíveis.
Metrópole da morte: triste qualificação para o lugar em questão.
Mas, como os exemplos citados neste artigo, cabe a nós, mesmo em meio ao horror e as maiores dificuldades cotidianas - talvez até mesmo principalmente por isso -, não deixar apagar a centelha da civilização e dos valores, mesmo que acabemos por nos tornar a única voz clamando no deserto, evitando a derrota da vida.
Livro maravilhoso, Dionisius, parabéns, muito bem escolhido. Discuti em um dos meus clubes de leitura há dois anos, e enquanto preparava a apresentação de Power Point (que preparo para todos os livros) não conseguia parar de criar mais slides, porque o número de temas, a linguagem, as imagens do livro impunham-se, como personagens a um autor. Uma mistura hipnótica de Sebald e Canetti. Leia, você terá sonhos (e pesadelos) inesquecíveis.
Bons textos os seus, Dionisius.
Metrópole da morte: triste qualificação para o lugar em questão.
Mas, como os exemplos citados neste artigo, cabe a nós, mesmo em meio ao horror e as maiores dificuldades cotidianas - talvez até mesmo principalmente por isso -, não deixar apagar a centelha da civilização e dos valores, mesmo que acabemos por nos tornar a única voz clamando no deserto, evitando a derrota da vida.